A sua instituição financeira já está adequada à nova regulamentação de cibersegurança do Banco Central?
Essa pergunta precisa estar na pauta de toda liderança do setor financeiro. Desde 1º de março de 2026, bancos, fintechs e instituições de pagamento passaram a operar sob um novo patamar de exigência em segurança da informação, governança tecnológica e gestão de riscos digitais. E quem não se adaptou está correndo um risco que vai muito além de uma penalidade regulatória.
A mudança mais relevante não é técnica, é estratégica.
A segurança digital deixou de ser uma responsabilidade exclusiva da área de TI e passou a integrar diretamente a agenda de risco e governança corporativa. A nova regulamentação é clara: não basta ter políticas bem escritas. É preciso demonstrar que os controles existem, funcionam e são mantidos de forma contínua. Governança comprovável e capacidade operacional demonstrável passaram a ser exigências formais, não diferenciais competitivos.
Na prática, os controles obrigatórios abrangem autenticação multifator, criptografia, prevenção e detecção de intrusão, proteção contra vazamento de dados, rastreabilidade de transações, gestão de vulnerabilidades e backup estruturado. Além disso, a realização periódica de testes de intrusão passou a ser exigida para validar, de forma independente, a real capacidade de defesa dos sistemas e infraestruturas críticas.
É um novo nível de maturidade operacional para o setor, e ele veio para ficar.
Na AMARATECH, apoiamos instituições financeiras na adequação a esse novo marco regulatório com soluções de segurança estruturadas, integradas e sob medida para cada realidade.