Playbooks e integração CVE

Fluxos operacionais automatizados e integrados a bases de vulnerabilidades, para que uma CVE crítica publicada vire ação de mitigação sem esperar o próximo ciclo manual.

FontesBases públicas de CVE e inventário de ativos
PriorizaçãoCVSS, exploração ativa e criticidade do ativo
AçõesPatch, mitigação temporária e bloqueio
RegistroHistórico de cada correção aplicada
Automação

O que é

Quando uma vulnerabilidade é divulgada, o tempo até a exploração pode ser curto. Este serviço cruza as CVEs publicadas com o inventário de ativos do ambiente e dispara automaticamente o fluxo de tratamento para os sistemas afetados.

Cada playbook define o que fazer conforme o risco: aplicar o patch disponível, adotar uma mitigação temporária (como desativar um serviço ou bloquear uma porta) ou abrir um chamado para o responsável. A priorização considera a nota CVSS, indícios de exploração ativa, como a presença no catálogo KEV, e a importância do ativo para a operação.

Para quem é

  • Organizações com muitos ativos e pouco tempo para acompanhar boletins de segurança
  • Equipes que já fazem varredura de vulnerabilidades, mas corrigem de forma manual e lenta
  • Ambientes expostos à internet, em que uma falha divulgada vira alvo em pouco tempo
  • Gestores que precisam comprovar prazo de correção para auditoria ou órgãos de controle
Como funciona

Do primeiro contato ao resultado

Inventário e classificação

Levantamento dos ativos, versões de software e criticidade de cada sistema para a operação.

Integração com bases de CVE

Conexão com fontes de vulnerabilidades para cruzar novas publicações com o que existe no ambiente.

Regras de tratamento

Definição do que é corrigido automaticamente, do que exige janela de manutenção e do que depende de aprovação.

Validação

Os fluxos são testados em um grupo restrito de ativos antes de valer para todo o ambiente.

Operação contínua

Novas CVEs disparam os playbooks e o resultado de cada correção é verificado e registrado.

Entregáveis

O que você recebe

Playbooks de vulnerabilidadeFluxos por tipo de ativo e faixa de risco
Matriz de priorizaçãoCritérios de CVSS, exploração ativa e criticidade acordados
Painel de exposiçãoCVEs abertas por ativo e status de tratamento
Histórico de correçõesData, ação aplicada e verificação de cada vulnerabilidade
Com o NeuroScan Professional

No Neuroscan, o módulo de SOAR e automação integra as bases de CVE e aplica patches por meio de playbooks automáticos. Ele usa os resultados da análise de vulnerabilidades e do inventário de ativos para saber onde agir.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Aplicar patch automaticamente não é arriscado?

Depende do ativo. Sistemas críticos podem ter correção apenas em janela aprovada ou receber mitigação temporária até o patch ser validado. Essas regras são definidas antes da operação.

E quando ainda não existe correção para a CVE?

O playbook aplica medidas compensatórias, como bloqueio de porta, regra de firewall ou desativação do recurso vulnerável, e acompanha a liberação do patch.

Qual a diferença para a gestão de vulnerabilidades?

A gestão de vulnerabilidades identifica e prioriza as falhas. Os playbooks automatizam o tratamento, reduzindo o intervalo entre a descoberta e a correção.

Vamos proteger o que importa?

Converse com um especialista da AMARATECH e descubra a melhor forma de reduzir riscos e fortalecer a segurança da sua organização.